Viajando pelo mundo

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VIAJANDO COM ELEMAR


"Certo que minha breve existência revela mais dias vivenciados do que àqueles que ainda restam".
Elemar Buettgen.



Viajando de Safari pela América do Sul 



Decidi protagonizar a aventura "viajando de Safari pela América do Sul", que fosse mesmo a derradeira andança pelas estradas do nosso continente, visitando tantos países quanto possíveis ou convenientes. Tal "propósito", por certo, não significa que não farei "outros passeios menores"; ao contrário, pretendo usufruir da Safári em tudo aquilo que for possível, seja mesmo para melhor conhecer a história e as belezas naturais de cada "Região Brasileira", como também, o grande "caldo cultural" que identifica os nativos do nosso "Torrão Natal".



Foi assim, que em maio de 2015, acabei comprando a Safari n° 372, ano 1984, da série fabricada pela Karmann Ghia do Brasil, com motor boxer, 1.584 cm3, 54 CV, alimentado por 2 carburadores de corpo único, com peso total de aproximadas duas toneladas, e assim, porque incorporados itens adicionais, ou seja: uma plataforma montada na traseira do veículo, onde carrego uma moto Honda/PCX 150 CC, que pesa 140 kg, e mais dois tanques auxiliares para combustível, com 20 litros cada um, que carrego vazios, para abastecimento ocasional e em situações extremas. 




Ao tempo da aquisição dessa charmosa Safári, comprada em Porto Alegre/RS do simpático casal Jorge Nelson Martini e Ana Martini, o equipamento se apresentava em bom estado, bem conservado mesmo, e após alguns melhoramentos, agora com direção hidráulica, entre outras atualizações, penso que estamos prontos, eu e a Safari, para dar o "pontapé" inicial.



Abaixo, algumas fotos da "charmosa Safari", que acabei batizando de "Shangri lá", para os ocidentais; "SHAMBHALA", para os tibetanos. Sambala, Shamballa ou Shambhala, que seria um local místico, próximo ao paraíso, é citado em textos sagrados e presentes em diversas tradições do Oriente. Por igual, Shangri-la, da criação literária de 1925, do inglês James Hilton, Lost Horizon (Horizonte Perdido), é descrito como um lugar paradisíaco situado nas montanhas do Himalaia, sede de panoramas maravilhosos e onde o tempo parece deter-se em ambiente de felicidade e saúde, com a convivência harmoniosa entre pessoas das mais diversas procedências. 





Como cada um de nós sempre deve mesmo estar a procura desse lugar, ainda que por sonhos, foi a razão que me motivou o batismo. Portanto, tenho a Shangri-Lá, como sendo o meio para encontrar esse lugar paradisíaco, sendo ela, a "Safari", a porta e entrada ou o caminho do acesso ao "Nirvana", seja mesmo ao tal lugar que se tem como sendo o paraíso.



Nesse rumo, com pesquisas pela Internet das "andanças" de outros "aventureiros", acabei idealizando, a partir de Joinville/SC, onde moro, um roteiro pelo Litoral do Atlântico, na direção de Uschuaia/Arg, com travessia da Cordilheira Andina em Bariloche/Arg. na região de Villa Angustura e Parque Nacional de Puyehue (Chile), seguindo até Ancud, no extremo sul do Chile, quando vou ao Norte, até Guayaquil, no Equador. A partir daí, de Guayaquil/EQ., retomo na direção Sul do Perú até Juliaca/Puno, seguindo até Cusco e Machupicchu, quando retorno ao Brasil, via Mazuco/Assis Brasil, no Acre.



Em terras estrangeiras, devo visitar todos os países andinos, exceto a Venezuela, que se sabe vivenciando períodos conturbados na conta das políticas "bolivarianas" ali implantadas e que acabaram desaguando na ausência de alimentos e outros itens básicos, fato que inviabiliza qualquer visitação mais prolongada. Quanto a Colômbia, como não vou à Venezuela, também não irei àquele País, que devo visitar via aérea, em momento futuro.



Por razões diversas, também não visitarei a Bolívia, considerando-se os comentários negativos de muitos viajantes que ali vivenciaram experiências desconfortáveis, para dizer o menos, ainda que se trate de uma região que contempla paisagens de raras belezas.



Por outra, como tenho o tempo ao meu dispor, penso realizar esse "passeio" num prazo entre 10 ou 12 meses, sem correrias ou atropelos, seja mesmo para "oportunizar" a visitação e o conhecimento de regiões e culturas diversas, em países e localidades que me são estranhas ou desconhecidas mesmo.



Nesse quadro, estou programando minha saída de Joinville/SC, ainda na primeira quinzena de setembro/2016, passando o natal e ano novo (2016/2017), na Região do Estreito de Magalhães entre Porvenir e Punta Arenas/CH, seguindo então à Bariloche/Arg., quando "desço" até a Região dos Lagos do Chile, e assim, ainda em pleno verão, seja mesmo para "escapar" das temperaturas negativas, oportunizando a visitação dessa região em período mais ameno.



Breves anotações:

Para conforto e segurança, tratei de equipar a Safari com itens adicionais de emergência, como também, uma com maleta de utilidades e medicação de uso pessoal e outras necessidades básicas (mapas, dicionário de espanhol, GPS, etc.). Em relação à Safari, minha companheira de viagem, além de uma plataforma conjugada com o para choque traseiro e que acomoda uma moto de passeio para locomoção rápida e local, fiz os acréscimos seguintes:



01) - uma bateria e um extintor adicionais; - 02) - um triângulo adicional (obrigatório na Argentina); - 03) - um cabo de aço para rebocar ou ser rebocado); - 04) - três correias adicionais para o motor;- 05) - cabos reservas da embreagem e do acelerador; - 06) - um par de limpadores de para-brisas; - 07) - dois pneus de socorro; - 08) - dois galões auxiliares para combustível, capacidade 20 lts. cada um; - 09) - dois filtros e ar (considerando-se alguns os trechos de rípio; 10) - dois GPS's. -11) - um aquecedor elétrico 1500w; 12) - Importante anotar que é necessário providenciar a carta internacional de motorista, como também, a carta verde (seguro contra terceiros), adicionado com um seguro pessoal de saúde para assistência médico hospitalar. - 13) - Certificado Internacional de Vacinação contra febre amarela, emitido pela ANVISA (o branco não é aceito)



PRINCIPAIS TRECHOS



01) - de Joinville/SC até Uschuaia/Arg. 5.000 km

02) - de Uschuaia/Arg. até Porvenir/CH 500 km

03) - de Punta Arenas/CH até Bariloche/Arg 2.000 km

04) - de Bariloche/Arg. até Ancud/CH 500 km

05) - de Ancud/CH até Guayaquil/EQ 6.000 km

06) - de Guayaquil/EQ até Arequipa/Perú 2.600 km

07) - de Arequipa/Perú até Assis Brasil/AC 1.400 km

08) - de Assis Brasil até Cárceres/MT 2.100 km

09) - de Cárceres/MT até Chapada dos Guimarães/MT 1.400 km

10) - de Chapada até Presidente Epitácio/SP 1.200 km

11) - de Presidente Epitácio até Foz do Iguaçú/PR 666 km

12) - de Foz do Iguaçú/PR até Palmitos/SC 450 km

13) - de Palmitos/SC até Joinville/SC 600 km

SOMA 24.416 km

QUILOMETRAGEM TOTAL APROXIMADA = 26.000 KM

(Considerando-se os deslocamentos internos)

PARIDADE DAS MOEDAS EM RELAÇÃO AO REAL DOS PAÍSES EM VISITAÇÃO


US$/REAL

3,25


Brasil = R$ = 1

Chile = R$ 200,4 = R$ 0.00499 (Peso Chileno)

Argentina = R$ 4,74 = R$ 0,21097 (Peso Argentino)

Peru = R$ 1,09 = R$ 0,977431 (Peruvian New Sol)

Uruguai = R$ 9,89 R$ 0,10111222 (Peso Uruguaio)



COMBUSTÍVEL

Brasil = Gasolina

Perú = Gasohol (95)

Chile = Gasolina (95)

Argentina = Nafta Grado 2 SP (95)

Uruguai = Nafta Super SP (95)

Saída Oficial

Saída - dia 03/10/2016
marcação do odômetro = 23.130 km
reabastecimento = 23.482 km = percurso = 352 km = 52 litros = 6,769 litros p/km

Após razoável planejamento do roteiro dessa viajem, entendendo que já reunia informações suficientes, rumei ao destino inicial até Laguna/SC, para acampamento no Camping Molhes da Barra, iniciei a "aventura" no dia 03/10/2016, saindo às 8,00 da matina, com a Safari abastecida e suprida com uma "cesta básica" que normalmente deve ser providenciada em tais momentos.





Momento de despedida da família e amigos!






Na região entre Itajaí e Balneário de Ca
mboriú, acabei enfrentando um enorme engarrafamento causado por acidente em pista contrária, fato que atrasou a chegada ao destino em mais de hora. Chegando no Camping em Laguna, acabei surpreendido pela suspensão das atividades do Camping por conta de serviços de manutenção, dizia a proprietária após contato telefônico, embora nada disso fosse esclarecido ao tempo da reserva preventiva que antes havia realizado.

Diante desse contratempo, após reabastecimento no trajeto Laguna/Torres, com 382 km percorridos (52 litros = R$ 175,00 = média 6,769 km p/litro), com pernoite no pátio do Posto São João, em Torres), cheguei à Tramandaí/RS, no Camping Lagoa e Mar, na manhã do dia seguinte (04/10/2016), onde ficarei até o dia 10 do mes em curso.

O Camping Lagoa-Mar, está situado às margens da Lagoa do Armazém, com ampla área plana, quase toda ocupada pelos "Rodas Quadradas", que edificam benfeitorias anexo aos "Trailers", traduzidas em verdadeiras moradias, muitas das quais, definitivas. 

As instalações do Camping se apresentam satisfatórias, com vários pontos de energia e água, com limpezas diárias nas áreas de uso comum, destacando-se o exemplar atendimento dos funcionários, fato que autoriza recomendar o estabelecimento. 

Pontos de Visitação
a) - Plataforma marítima: Concretada 400 metros mar a dentro, a plataforma de pesca de Tramandaí é palco de competições de pesca.
b) - Museu histórico municipal: O Museu Municipal Profª. Abrilina Hoffmeister, está localizado na Av. Fernandes Bastos, n.º 30. É aberto a visitação pública. Através de um acervo de mais de mil peças, conta um pouco da história de Tramandaí. Estão expostas fotografias da época de 1820, objetos de antigüidade, móveis e objetos da antiga capela, utensílios domésticos, ferramentas, etc... Horário de funcionamento: de terças a sextas-feiras das 12h30 às 18h30mim e aos sábados e domingos das 14h às 17h. O acesso é gratuito. 
c) - Sala açoriana: Funciona junto ao Museu Municipal Profª Abrilina Hoffmeister. Valorizando a colonização açoriana do Litoral Norte do RS, Tramandaí coloca à disposição do público em geral, roupas típicas, fotos, objetos, posters e livros sobre a Ilha dos Açores.
d) - Parque histórico marechal osório: Localizado na RS 030, foi inaugurado em 1970 e ocupa 174hc. Preserva a casa onde nasceu Osório, a tafona, o jazido arquitetônico com os restos mortais do Marechal Osório e o Museu de Armas. Aberto das 08 as 18hs, o Parque conta com camping, restaurante, área de lazer e recanto infantil. Informações: (51)36017131 
e) - Pesca da sardinha: Atividade de lazer o ano inteiro na ponte que liga Tramandaí ao município de Imbé. É cenário constante da pesca da sardinha que no simples brilhar do anzol se entrega à captura, sem necessidade de isca

 
 Dia 12.10.2016


Obrigado, Logo mais estarei atravessando a fronteira, adentrando no Uruguay, quando devo iniciar as postagens.
Acompanhe via site ou face: 

Esse foi o relato do amigo safarista Elemar, vamos acompanhar e postar alguns acontecimentos durante a viagem aqui no blog, mas vocês podem acompanhar diretamente nos links acima.



Desejamos mais uma vez muitas estradas de alegria, sucessos e aventuras.

Visita ao Elemar antes da viagem
James, Elemar, keila e Lemmy JJ.
Joinville-SC

De Tramandaí/RS até Rio Grande/RS


Saída de Tramandaí/RS (10/10/16)

Nesse trecho acabei tendo um pequeno problema ocasionado pela "rachadura" do aro traseiro esquerdo, fato que acabou danificando o pneu por conta de indevida rodagem com pneu vazio.

Para minha sorte, o fato aconteceu bem próximo à um posto de gasolina com borracharia, onde acabei realizando a troca pelo "estepe", seguindo meu rumo na direção de Rio Grande. 

Chegando na cidade do Rio Grande/RS, no dia 10/10/16, finquei estacas no Camping do Senandes, que fica às margens da Rodovia ERS 734, n° 6.007, à 14 km do centro de cidade de Rio Grande e à 5 km da Praia do Cassino. Trata-se de outro camping bem estruturado, com Internet, instalado em área gramada ampla e limpa, com generosas sombras fornecidas por frondosas árvores. As instalações, embora singelas, se apresentam sempre higienizadas, com limpezas diárias. Por isso mesmo, fácil de recomendar, muito embora seja um pouco distante dos pontos ideais.

No camping, acabei conhecendo dois casais de suíços e um casal de franceses, todos muito simpáticos e esforçados para viabilizar a conversação, certo que, com os suíços, acabei falando em alemão, e, com os franceses, em inglês e "portunhol". Vale anotar que os MH's foram transportados da Europa, de navio, e retirados no porto de Montevideo. Um casal de suíços, chegados em Rio Grande de Uschuaia, pelo que afiançaram, iriam até o México, após travessia oceânica pelo "Caribe Venezuelano.

Ontem, dia 14/10/2016, fiz uma visita mais prolongada ao "Centro Histórico de Rio Grande", como também, para melhor conhecer as principais instalações do Município, quando visitei o Porto Novo, aqui chamado de "Super Porto", o "Porto Velho", e, o Mercado Municipal. O tal do "Super Porto" é, realmente, enorme, equipado principalmente para receber e despachar cargas em grão. Calculo que a parte operacional do porto deva ter uma extensão de 5 km, aproximadamente.

Também visitei o Museu Oceanográfico, que se encontra parcialmente desativado, na parte de aquários, embora ainda valha a pena a visitação, considerados os espécimes "empalhados" e outras informações de cunho científico.

O Porto Velho, pelo que percebi, está mais direcionado à receber e abastecer os inúmeros barcos de pesca que ali mercadejam sua produção. Nesse entremeio, se acha instalado o Mercado Público, que funciona num enorme prédio de estilo colonial, embora mal conservado, como de resto, os demais prédios e instalações que bordejam a orla portuária antiga. É uma pena, porque se tratam de prédios antigos (estilo colonial), com arquitetura diferenciada, que poderiam ser melhor utilizados, até mesmo para alocar restaurantes e lojas comerciais para estimular o turismo em geral. 

A "Praia do Cassino", chama muito mais atenção pela sua extensão e alguns restos de naufrágios, embora tenha um centro comercial relativamente estruturado para recepcionar os nativos e turistas. No caso, pela grandiosidade da faixa de praia, a circulação de veículos na areia, é fato normal. Pelas dez diárias, paguei R$ 180,00

Dia 19/10/16, após resolver os contratempos da roda e substituição dos pneus traseiros, um deles adquirido em Uruguaiana/RS e outro em Lageado/RS, via internet, ao custo de R$ 510,00 cada um, ainda com fortes ventos e chuvas sem tréguas, "montei" na Safari em rumo à Santa Vitória do Palmar/RS, distante 20 km da fronteira com o Uruguay,  pernoitando na Praia do Hermenegildo, no Camping do Pachuca, distante 500 mts da de uma praia furiosa e também fustigada pelos ventos uivantes, 

O camping do Pachuca, embora de instalações rudimentares, atende às necessidades básicas (Internet; chuveiros e demais instalações). 
Pelo pernoite 19 à 20/10/2016, paguei R$ 12,00

2) - No Uruguay:

Peso = 8,70 = (R$ 1,00 = $ 8,70 pesos)
No caso, fiz o primeiro câmbio em Chuy, ainda no lado brasileiro, quando troquei R$ 1.000,00, recebendo $ 8.700,00.

O ingresso no Uruguay, através da Aduana de Chuy, se ultimou de forma absolutamente tranquila, certo que após apresentar o passaporte, documentos pessoais e dos veículos à fiscal interna, nada mais foi exigido, sobrando que o fiscal externo, que presumo fosse o responsável pela vistoria sanitária no interior da Safari, nada fez; apenas perguntou se eu mesmo era o Elemar. Confirmado o fato, "abriu as porteiras", pedindo que seguisse, com votos de boa viagem. 

Dia 20/10/16, sigo em direção ao Uruguay, onde escolhi como primeira parada a cidade de Punta del Este. O trajeto, após longa reta da BR 471, ainda no Brasil, igual retão acompanha o trecho até  Punta del Este, embora existam diferenças na topografia, que é marcada por leves aclives, com destaque às pastagens dos bovinos e ovinos, que se mostram exuberantes, certo que vem dai  a qualidade das carnes, também marcada pela origem desses quadrúpedes.

Em Punta del Este, acampei no Punta Ballenas, pagando $ 1.600,00 pesos uruguaios por 5 (cinco) diárias, equivalentes à R$ 36,78 a diária, considerado o câmbio de $ 8,70 pesos por unidade de real.

O Camping Punta Ballenas é enorme, instalado numa área relativamente plana, e conta com instalações satisfatórias, suficientes para suprir às necessidades dos campistas, embora se perceba que a sua manutenção seja sofrível.

Percebo ainda que o custo de vida no Uruguay é demasiado alto, quando comparado com os custos no Brasil; os gêneros alimentícios, por exemplo, são bem mais caros que no Brasil, como também, os serviços de um modo geral.

Punta del Este, para mim mesmo, tem o destaque turístico senão porque alguns "bilionários", inclusive europeus, decidiram fazer do local um pequeno paraíso de férias, quando não, também para acomodarem suas próprias fortunas, considerando-se as benesses fiscais que o Uruguay estende aos depositantes.

Bem por isso, justificam-se as extraordinárias mansões que vicejam na orla, uma mais opulenta que a outra, como se fosse uma disputa para que cada um desses "nobres", se assegure, ao seu modo, que seu "casario" é mais portentoso que o do seu próprio vizinho.

Por óbvio, que a "burguesia" também se acantonou nesse pedaço de orla, que a rigor, nada tem de incomum quando comparado com outras faixas de praia. Foi assim que Punta del Este ficou famosa, considerando-se o PIB que seus veranistas sinalizavam aos quadrantes das fortunas.

De qualquer forma, vale dizer que Punta del Este foi considerada o balneário mais luxuoso da América do Sul pela revista Forbes em 2008, superando Cartagena de Indias, na Colombia, e Armação de Búzios e Balneário Camboriú, no Brasil. 

Diversos famosos possuem ou possuiam casas de veraneio no balneário, como os ex-presidentes argentinos Fernando de la Rúa e Carlos Saul Menem, o ex- presidente brasileiro Fernando Collor de Mello, o ex-presidente uruguaio Luis Alberto Lacalle, o ex- ministro argentino Domingo Cavallo, a cantora colombiana Shakira, o jogador de futebol espanhol Gerard Piquet, o cantor porto-riquenho Ricky Martin, o cantor espanhol Julio Iglesias, o ex-jogador argentino de futebol Diego Maradona, os jogadores uruguaios de futebol Sebastian Abreu e Diego Forlán, o tenista argentino Juan Martin Del Potro, a atriz argentina Susana Giménez, dentre muitos outros.

A cidade abriga ainda o Maior Hotel Cassino da América do Sul, o Conrad Punta del Este Resort & Casino. A cidade foi fundada em 1829 por Don Francisco Aguilar, e seu primeiro nome foi Villa Ituzaingó. Em 1907, passou a se chamar Punta del Este.

Nas temporadas de verão a população do balneário costuma ultrapassar o número de 1.000.000 de pessoas. Além das praias, outro destaque de Punta del Este é a gastronomia, com grande quantidade e variedade de restaurantes, onde a parrillada (churrasco à moda uruguaia, com carne e vísceras de animais grelhadas de maneira típica), pode ser saboreada à bastança.

Hoje mesmo, dia 23/10/16, fui visitar a Casa Pueblo, em Punta Ballena, que se mostra imponente aos que ali comparecem, seja para conhecer o museu ali instalado e seus anexos, seja mesmo para almoçar num ambiente diferenciado, o que fiz com muito gosto, saboreando a excelente carne uruguaia, que reputo bem superior às carnes dos argentinos.

Horas antes, visitei o Cassino Hotel Conrad e dei uma caminhada na praia, conhecendo de perto as "marinas" e seus barcos, como também, fui dar um aperto de mão naquilo que chamam de "O Monumento ao Afogado", conhecido também como La Mano ou Los Dedos, que é o ponto turístico mais cobiçado de Punta del Este, embora não vislumbre tal importância.

Muito mais grandiosa e eloquente, é a "Casa Pueblo", cuja dimensão, em todos os sentidos, é difícil retratar. De qualquer forma, cada um deve revelar aquilo que sente ou percebe sobre as coisas que estão ao seu derredor ou às suas vistas.

Para ilustrar, algumas fotos:




























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